quarta-feira, 3 de outubro de 2012

16° Capitulo - Look In My Eyes. Part.2


Pov's Houston

Era estranha a sensação que a música me trouxe, não tinha muito a ver, mas, fiquei com uma sensação, er... melhor.  Prendi uma mexa do meu cabelo atrás da orelha e sorri involuntariamente, depois me lembrei do Justin, que estava enfrente a casa dele na minha reta. Vi ele pegando o celular depois juro que sorriu para mim, mas não posso ter certeza. Meu celular começou a tocar, era “The Best Damn Thing” Avril, sinal de mensagem. Peguei o celular e vi um número tão conhecido, de inicio fiquei confusa, me levantei e deixei o violão de lado, li a mensagem:
“Eu sei que estou certo e você também sabe. Amo te. JB.”
- Idiota! – meu sangue ferveu nas veias, definitivamente não era para eu ter lido a mensagem, maldita curiosidade! Peguei o violão, entrei em casa com passos violentos de tão fortes e fui direto para a escada, na intenção de ir para o quarto sufocar um grito de raiva no travesseiro, socá-lo, ou fazer qualquer outra coisa que desse para extravasar a raiva.
- Lua? O que houve? – meu pai estava sentado em uma das cadeiras da cozinha com uma xícara de café na mão e a encarando, parecia que esperava alguém e parecia que esse alguém, bom, era eu.
- Justin! O que mais? – fui até ele e sentei na sua frente.
- Que foi dessa vez? Tem haver com a briga de hoje?
- Como você...?
- Eu estava lá esqueceu?
- Não esqueci, mas você estava do lado de dentro e eu no de fora. Pai...?
- Eu não espionei vocês, vi você saindo brava e ele logo em seguida – parece que alguém notou, meu pai – e depois de um tempo, quando você já tinha vindo para casa, Pattie disse que viu vocês discutindo quando foi para a sala.
- Ela nos ouviu? – perguntei meio assustada.
- Não. Ela os viu, mas isso não é a questão. Por que vocês brigaram?
- Ah! Agora ele deu para dizer que eu quero protegê-lo.
- Como assim?
- Ele diz que não olho mais para ele e o evito o máximo que posso, pois não quero ver o quanto ele sofre. Disse que só estou com o Taylor para não voltar para ele.
- Isso não faz lógica.
- Bom, ele disse que sou orgulhosa demais para admitir que estou errada então, estou com o Taylor para ficar mais difícil de voltar para ele.
- Agora faz lógica.
- Faz? Como assim “agora faz lógica”? Não tem lógica nenhuma! Ele disse que meus olhos estão sem vida – disse com certa raiva.
- Você já pensou que ele pode está certo?
- O que? – praticamente gritei, ele estava calmo, mas eu não podia acreditar no que disse, meu próprio pai contra mim.
- Lua, há algum tempo eu estou preocupado com você, até a sua mãe está.
- Então as coisas realmente estão feias.
- Deixa de ignorância Lua, isso é sério. Você está vivendo no automático é? Até o Justin está não tão ruim quanto você.
- Oh! Ele está me comparando com uma mente suicida.
- Já disse para deixar de ignorância!
- Pai! Ele me disse que se eu dissesse para ele desistir de mim, ele não teria um final feliz.
- Pelo menos ele está vivendo.
- Eu também estou vivendo, eu vou à escola, mexo no computador, saio com os meus amigos e meu namorado.
- Mas você está sentindo?
- Sentindo?
- É Lua, Justin está como morto vivo o tempo inteiro, mas é porque ele sente o que está acontecendo, já você ”vive” – ele fez as aspas com os dedos – para privar-se de todo o sentimento.
- Não... não é verdade – olhei para baixo, não estava exaltada como antes, parecia que alguma parte de mim queria assumir que eles estavam certos.
- Minha filha – ele passou a mão no meu rosto e eu levantei meus olhos até os seus – seus olhos realmente estão sem vida, sem cor, seu sorriso não tem o mesmo efeito como antes, o brilho dos seus olhos se apagou. Por fora, você pode está extremamente feliz, mas quem te conhece bem, como eu, sua mãe e até mesmo o Justin, sabe que não é bem assim. – seus olhos eram apreensíveis, preocupados, mas não! Não pode ser verdade, eu estou certa, eu estou feliz.
- Não é verdade! Eu estou feliz sim! – me levantei da cadeira com certa ferocidade, peguei no braço do violão e me direcionei a escada.
- Lua! Você só está se enganando assim!
- Não! Você que está enganado! Todos vocês! – subi as escadas o mais rápido que pude, tranquei a porta e joguei o violão na cama. Fiquei ofegante sem o que fazer durante um tempo até que, me direcionei ao banheiro, bati a palma da minha mão na bancada da pia e me encarei no espelho, eu não via nada de errado, mas conforme eu ia me acalmando eu via o que meu pai queria dizer. – Não, eles não podem... não – enfim me acalmei e enfim percebi que meu pai estava certo, pior do que isso, Justin estava certo.
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O próximo post é TÃO pequeno que eu deveria postar ele logo junto com a Lua, ou sei lá. Porque na pouca é MINÚSCULO.
Mas apenas deveria. Não vou. Só sexta. :D
Não lembro o que comentar, então, até sexta.
Ah! DIVANDO NOS 8 SEGUIDORES! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH Suck it vida! HUASHAUSHAUS
E obrigada Thais! Que bom que tu ama isso daqui e obrigada por sempre mandar comentário também <3
Agora bezus.

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