terça-feira, 26 de junho de 2012

5º Capitulo - My Sincere Apologies Part.1


Pov's Bieber

Acho que estraguei tudo, que idiota eu fui! Como pude achar que a beijando a força iria resolver alguma coisa? Como eu pude descumprir minha promessa de novo? Como pude magoá-la? O pior que antes eu não sabia de nada, mas dessa vez eu sei, idiota! Idiota! Idiota!
 Estava no meu quarto encarando o teto e pensando na burrada que fiz – como eu sou idiota –, a noite já havia caído, mas eu nem havia me movido, continuei encarando o teto.
- Meu filho desce para comer alguma coisa – minha mãe veio me chamar.
- Quero não, mãe – eu não tinha comido nada o dia inteiro.
- O que aconteceu meu amor? – ela se sentou na cama, perto dos meus pés.
- Nada mãe.
- Justin, eu te conheço, o que aconteceu?
- Lua – me sentei na cama.
- Sabia! – olhei confuso para ela, mas deixei isso para lá – mas me conta.
- Ela tem uma “rixa” com uma menina da escola, logo no primeiro dia, ela me fez prometer toda triste, que eu não ia magoar ela, não entendi o porque, mas prometi, agora eu descobri o motivo e mesmo assim a magoei e ela nem quer ver a minha cara.
- Você gosta dela né?
- Não, ou sim, sei lá mãe!
- Como assim sei lá?
- Ela me deixa confuso, perdido, mas de certa forma eu gosto disso, ela me acalma e me deixa feliz, se ela sorri, eu sorrio, se ela sofre, eu sofro, como agora.
- Como assim? Vocês estão sofrendo por quê?
- Não sei se ela sofre por mim, mas sei que a magoei e isso me entristece.
- Então sim.
- Sim o que mãe?
- Você a ama.
- Hã? Não, não ou é?
- É!
- Mas de qualquer modo, o que eu faço?
- Faço a mínima ideia, mas você não pode deixar com que as coisas fiquem assim. Vai ficar tudo bem, sempre acaba bem – ela me abraçou.
- Talvez nem tudo – falei baixo, sem que ela ouvisse.
Minha mãe saiu do meu quarto e fechou a porta, não demorou muito para que meu telefone tocasse.
- E aí Justin!
- Oi Chris.
- Nossa que desanimo! O que aconteceu?
- É uma historia complicada.
- Pena que eu não tenho muito tempo para ouvir.
- Por quê? A May está ou vai para aí?
- Não. May e eu terminamos, estou com a Blair.
- Blair? A de cabelo castanho da sua sala, com aquela pintinha?
- É.
- Mas por que você e May terminaram?
- A fila anda.
- Tem nem uma semana que você me ligou Christian.
- Er.... – eu ri – Mas a fila anda, já disse, e pelo que percebo deveria andar para você também.
- Hã?
- Você esta mal e eu acho que sei por que, ou melhor, por quem.
- Então é por quê? Ou melhor, por quem?
- Lua.
- Er...
- Nem adianta, sei que é por causa dela.
- Pior que é irmão, eu dei uma mancada feia e agora ela ta brava comigo.
- Nossa Justin! Mas cara, agora eu vou sair, tenho que ligar para a Blair, depois eu te ligo para me contar tudo ok?
- Tudo bem Chris, vai lá.
- Falou.
- Tchau.
 E o meu quarto retornou ao silêncio, aquilo estava me matando, me levantei e fui olhar na janela, olhar para o quarto dela na esperança de vê-la, mas foi em vão! Liguei o notebook, porem ela estava off, olhei de novo pela janela, mas não adiantou muito, me joguei na cama então e acabei adormecendo com a imagem do nosso último momento juntos, com a imagem de como ela estava fria comigo, mas, com uma certa tristeza nos olhos. Acordei só de manhã cedo, caí da cama já atrasado para a escola, não estava muito frio – estamos perto do verão e esses dias costumam ficar mais quentes – mas mesmo assim coloquei uma blusa de frio, meio bege, com uma blusa de manga curta roxa escura da mesma cor do tênis de cano longo, e uma calça preta, arrumei o cabelo com a mão, e desci para tomar café, não comi muito, estava sem fome e, além disso, atrasado e a Lua nem havia vindo me chamar ainda, mas não estranhei isso, porém, de qualquer modo, fui a casa dela ver se já tinha ido. Bati na porta e a mãe dela veio me atender.
- Oi Justin!
- Oi Sra. Houston, e a Lua?
- Ah ela já foi, amor. Por que você não foi com ela? Vai à escola não?
- Vou sim, é que me atrasei – não menti, mas isso não é a verdade, não em relação à pergunta que ela me fez, então, vou considerar uma meia verdade, isso?
- Hum... mas vai logo, não tem muito tempo que ela saiu daqui.
- Claro! Obrigado Sra. Anna – corri
Acertei minha mochila, a coloquei nos dois ombros, para ficar melhor, consegui vê-la, poderia a acompanhar, mas resolvi que não. Não vou ficar pressionando, apesar que, estava louco para ir lá e pelo menos segurar a sua mão novamente.
 Chegando perto da escola eu resolvi me aproximar, falar alguma coisa, sei lá, vai que ela não estava mais com raiva de mim. Sinceramente? Era isso que eu mais queria nesse momento, então corri, e fui chegando perto dela.
- Lua? – parei da sua frente.
- Ahrr... – ela revirou os olhos – Eu?
- Não me diga que ainda esta brava comigo?
- Então ta bom, não digo – saiu andando, mas a segurei pelo braço e puxei de volta sem que se machucasse.
- Por favor, não faz isso comigo.
- Isso?
- Você está me matando assim.
- Me poupe Justin! – ela revirou os olhos de novo.
- É verdade! Por favor, Lua.
- Tchau Justin! – ela se soltou e foi em direção ao portão da escola, era só andar mais um pouco e atravessar a rua.
Fiquei parado, sem reação, e de onde eu estava pude ver Hayley, Karol e Luka falarem com ela, depois ela olhou para mim novamente e foi para dentro da escola, Halle e Karol foram junto, só o Luka que ficou me encarando, fazendo com que eu andasse para a escola.
- Cara! O que aconteceu?
- Ela não quer me ver, não adianta nem eu mudar de cor.
- Por quê? Já tentou? – eu ri.
- Só você mesmo para me fazer rir em uma hora dessas.
- Eu sou eu!
- Não! Você sou eu!
- Hã? Agora você me confundiu – eu ri de novo – mas é sério, o que aconteceu?
- Ela está com raiva de mim.
- Por causa da Louise não é?
- É!
- Cara, eu te disse que não era para falar da Louise, não a defendendo ou coisa do tipo.
- Só que eu sou um idiota Luka! Você não vê isso?
- Acabei de ver.
 Na sala de aula ela continuava se sentando com o Taylor – não gosto dele, não mesmo, nadinha – e eu com a Jess, a minha sorte é que ela é legal, fiquei com medo dela ter trocado “oficialmente” de lugar, mas acho que isso não aconteceu porque algumas vezes, alguns professores a mandaram voltar para o lugar dela, mas, ela não veio de teimosia, chegou a um “bate boca” com o professor, chegou a sair de sala, mas nada demais, na hora do intervalo ela me evitou total ficou o tempo inteiro com Taylor e com as amigas, eu não estava suportando, o Luka tinha ficado comigo, mas acho que nem ele aguentava mais, então me puxou e foi falar com ela.
- Lua? – ela se virou e estava com um sorriso lindo no rosto que se apagou assim que me viu.
- Que foi?
- Eu não quero deixar de falar com você.
- Não deixe.
- Mas assim é difícil, você não quer falar com ele como eu me divido entre vocês dois?
- Não se divida.
- Mas como eu faço isso?
- Se vira. – ela pegou na mão da Halle e saiu de perto da gente, junto com Karol e Taylor.
- Cara você é um idiota!
- É sério? – ironia.
- Se eu parar, ou melhor, se ela parar de falar comigo é por sua culpa.
- Isso! Joga a culpa mais em mim mesmo! Já não me sinto culpado o suficiente?
- Não!
- Ah! Vai lá falar com ela, me esquece, é melhor, não me importo, pode ir.
- Não! Você é meu amigo, não vou te deixar de lado, beleza?
- Tudo bem então, só depois não me culpe.
- Também não!
Na volta do intervalo a mesma coisa, na hora de ir embora, eu não esperava outra reação, ela saiu em disparada, não fiz questão de ir atrás, ela ia me desprezar como fez das outras vezes.
 Saí do colégio, desanimado confesso, eu não queria que ela ficasse assim comigo, mas não fazia a mínima ideia de como agir! Saí chutando tudo que via na minha frente, tudo que estava no chão eu chutei e fiquei chutando uma bolinha de papel ate chegar em casa e quando enfim cheguei, dei um chute com força, mas ela não foi muito longe. Andei devagar o caminho inteiro, não queria encontrá-la, não sei se isso era o melhor, mas, prefiro não vê-la a cometer outra bobagem, do que ter que ver aquele olhar triste de novo, tudo isso por minha culpa, só minha.
 Sexta - feira, enfim, e ela ainda continuava brava comigo, meu Deus! Me ajuda por favor, eu não estou aguentando mais! Não como direito desde o dia em que banquei o idiota e a fiz sofrer. Ontem o Luka me ligou, ele disse que ela tinha acabado de sair da casa dele, e lá estavam mais Karol e Hayley, se eu quisesse mais testemunhas, eu perguntei para que, ele disse que ela estava super mal, recusou pedaços de bolo de chocolate que a mãe dele havia feito e que ela amava, disse que isso não é normal da parte dela, disse que ela nunca ficou tão mal aponto de recusar isso, primeira vez, depois a Hayley pegou o telefone e disse que a Lua havia chorado, que precisou passar uma maquiagem “pesada” nela para esconder os olhos inchados e disse também que isso não foi a primeira vez, agora, não sei se isso me faz sentir melhor, por saber que ela sente algo por mim, que está incomodada com algo em relação a mim, ou se faz eu me sentir pior, por fazê–la sofrer tanto, acho que pior, bem pior.
 A escola foi a mesma coisa de sempre, desde o começo dessa semana, uma droga! A Louise sorria cada dia mais e isso me irritava, como alguém pode sorrir quando outro sofre? Sem contar que tudo isso é por causa dela!
 Eu estava deitado na cama, olhando para o teto como sempre fazia desde então, lembrei que ela gostava de me ver cantar e lembrei de uma música que ela adorava, que sempre ouvia, peguei a câmera liguei e comecei a cantar e dançar, era a “So sick” do Ne-yo, terminei de gravar e logo fui para o Notebook, coloquei no youtube, com a seguinte descrição: “My sincere apologies” e mandei o link para ela, via todas as redes que davam, a minha semana havia sido uma droga e eu não ia deixar o final de semana ser também, a semana inteira eu havia feito ela sofrer, mas nesse final de semana não, não vou jogar um sábado fora se eu posso recuperá-lo e farei de tudo para que segunda ela esteja de bem comigo.
 Estava tarde, era uma sexta a noite, não tinha fome mesmo, então resolvi dormir, me deitei na cama com a esperança de tudo ficar melhor.
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EEX MY LOOOOOOOOVE, EX MY LOVEEEEEEE, SE BOTAR SEU AMOR NA VITRINE ELE NEM VAI VALER 1,99 ♪ Ok, parei. 
Desculpa a demora, mas tava esperando alguns reviews no Nyah! E esse cap. foi meio fraquinho .q e ontem ele deu alok e sem contar que agora eu ando fazendo algumas coisas durante a semana e fico com preguiça u.u perdoem. 
Enfim, está aí... qualquer erro desculpa e to sem mais o que dizer! Até o próximo post.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

4º Capitulo - Best Friends? Never more! Part. 2

Pov's Houston


No caminho de volta para casa ele havia segurado minha mão, fiquei insegura, mas não rejeitei, eu queria aquilo, queria mesmo! No outro dia de manhã, não sei se ele tinha se atrasado ou eu que tinha ficado ansiosa demais e acordei muito cedo, mas de qualquer modo. Quando fui me arrumar me olhei bem no espelho, não conseguia encontrar motivo nenhum para esconde meu rosto, me esconder, o que viesse eu bateria de frente, não correria como sempre fazia, peguei as minhas roupas, fiz um verdadeiro “momento de garota”, tirei varias do armário sem nem saber qual escolher, antes eu vestia a primeira roupa que puxasse do armário, mas dessa vez passaria a usar as roupas certas nas ocasiões certas, coloquei uma calça jeans, um all star branco e preto com umas paradinhas do lado que eu fiz questão de não prestar atenção além de uma blusa branca de manga comprida com uns desenhos que eu também não prestei a atenção. Peguei a minha mochila que nem havia sido tocada nesse final de semana, ela continuava em cima do banquinho perto do violão.

  Quando cheguei à casa do Justin, ele estava comendo, quase engasgou de tão apressado, e fomos então para a escola, de mãos dadas novamente, quer saber? Eu amo isso!
 Chegando à escola, Hayley e Karolyne voaram em cima de mim, me fizeram milhões de perguntas enquanto ele conversava com o Luka, não sei o que eles falavam nem fiz questão.
- Sei, viajando... eu sei muito bem em quem você estava viajando – ouvi o Luka dizer.
- Em quem o Justin estava viajando? – dei um pulo nas costas do Luka e quase fui com tudo no chão, mas eu estava feliz, então só ri.
- Ele viajava em vo.... – o Luka começou a falar, mas o Jus interrompeu.
- Em você e em mim quando entrarmos na sala atrasados, vamos? – percebi que ele tentou disfarçar, mas também não insisti.
- Vamos sim!
Assim que entrei no corredor da escola, vi a Louise na minha frente, ela começou a provocar achando que eu não ia revidar, mas estava bem enganada.
- Hey Gatinho! – olhei do canto do olho e vi que o Justin estava atrás de mim – minha festa foi esse final de semana. Pedi para te avisarem, te avisaram né?
- Sim Louise – hã? Como assim?
- É por que você não apareceu lá gatinho?
- Eu estava fazendo coisa mais importante, com uma pessoa mais importante – eu!
- E o que seria mais importante do que uma festa comigo?
- Um dia comigo! – eu disse vitoriosa.
- Você? Mais importante do que eu? Obrigado por me fazer rir.
- Prefiro...
- Cala a boca Justin, deixa elas – ouvi o Luka dizer.
- Ah! Louise sai da minha frente, sai! Não to a fim de gastar saliva com você, não vale a pena.
- Haha! Ta com medo de sair perdendo né?
- Não! Eu sou boazinha, não quero te humilhar na frente da escola inteira.
- Me humilhar? Ai, ai, não to podendo ri muito hoje.
- Não ri.
- Impossível! Primeiro o gatinho ali, diz que prefere ficar com você do que comigo e agora você diz que não quer me humilhar, humilhar como? Me diz?
- Ai, ai Louise, esqueceu que eu sei muito da sua vida? Seus pais me adoram até hoje!
- Cuidado com o que você diz Lua, posso roubar seu namoradinho de você.
- Meu namoradinho? Me diz qual?
- O Justin oras, posso roubá-lo de você que nem fiz com o Erik. Você sabe né? Ele amou ficar comigo – conseguiu me irritar.
- Mas que eu saiba, o Erik foi para Chicago semanas depois e ainda por cima, não te ligou... não te mandou mensagem... nem te disse que ia embora – ela se irritou.
- Nem a você – agora ela gritava, mas eu não aumentei meu tom.
- Quem te garante isso? – ri e saí andando, deixei ela lá batendo o pé de raiva.
- Ele te disse que ia embora? – a Hayley perguntou quando já estávamos longe.
- Não, quem disse foi a Kelly, na verdade, eu passei lá no dia, ela me chamou para ir lá, aí eu o vi antes de ir embora e ele me pediu desculpas.
- E o que você fez?
- O desculpei, não foi culpa dele, era para eu ter ouvido os avisos que vocês me davam.
- Não se culpe assim Lua.
- Não me culpo, não mais.
- Lua é...
- Sem comentários Justin, por favor.
Nos despedimos da Halle, da Karol e do Luka, fomos para a sala e nos sentamos nos nossos lugares, a Louise chegou logo depois, ela veio até o meu lugar.
- Lua, me desculpa – a voz dela era tremula como se quisesse chorar – eu te magoei muito durante esses anos, logo a você.
- Own – fingi estar tocada e acreditando no que ela dizia.
- Desculpa pelo o que eu fiz com Erik, eu estou arrependida, de coração.
- Ta, Louise, agora cadê a verdade?
- Eu estou dizendo! É serio! Você não acredita mais em mim?
- Sinceramente? Não!
- Mas nós somos amigas, melhores amigas, pelo menos assim que era.
- Melhores amigas? Nunca mais!
- Pelo jeito com você não cola mais né? – a carinha de coitada já havia ido embora.
- Não mesmo! – ela me fuzilou com os olhos e foi se sentar.
- Acho que...
- Que comprei briga com ela? É, já estava na hora!
- Como assim?
- Desde o “incidente” que aconteceu que se não me engano o Luka já te contou.
- Já sim.
- Pois então, desde daquele dia, a Louise me torra a paciência e me humilha, não ia aguentar isso pelo resto da minha vida, um dia eu ia explodir e esse dia é hoje.
- Por que você não quis me contar isso? Por que precisou do Luka me dizer?
- Não é uma coisa fácil de lembrar, não para mim.
- Você preferia me deixa sem entender nada?
- Não. Um dia eu ia te contar, eu acho, ainda bem que o Luka te contou, pois eu não sei quando seria esse dia.
- Você me fez prometer que nunca iria te magoar, agora me prometa que nunca vai me esconder nada?
- Nunca diga nunca Justin.
- Promete – olhei nos seus olhos, eles estavam tristes e um pouco desesperados.
- Tudo bem, por você – lhe dei um beijo na bochecha e todos da sala olharam para a gente, até a Louise.
A professora chegou e todo mundo se virou. Nós dois passamos todas as aulas conversando, brincando e coisas do tipo, até tentamos prestar atenção, mas não rolou.
- A minha sala toda comentou o que aconteceu na hora da entrada entre você e a Louise.
- Não foi tudo isso Karol, ou foi? – já estávamos no intervalo.
- Não foi? Não foi? Você foi a primeira com coragem a enfrentar a Louise, defensora dos desprotegidos! – eu ri do Luka.
- Assim como eu fiz com você né?
- É... isso mesmo! – ri mais.
- Ain... eu to com fome.
- Eu também!
- Luka, quando você não esta com fome? – todo mundo riu quando eu disse.
- Ta, mas o que importa é que eu estou com fome.
- Ué Karol, compra.
- Boa ideia Justin, Halle vem comigo. – ela puxou a Hayley com toda a força, nem dando opção de escolha.
- Eu vou junto! – o Luka é muito esfomeado, então saiu correndo que nem doido.
- Eu acho que conheço essa situação.
- Engraçado Jus, eu tenho certeza que conheço.
- Mas tem coisas diferentes dessa vez – ele se virou para mim e eu fiz o mesmo.
- Como, por exemplo?...
- Oi Lua – ódio! Bando de estraga prazeres.
- Oi Taylor – ele era o ex da Louise, só mais um que não a suportou, o mais legal de todos os que não a suportaram.
- Tudo bem?
- Tudo sim e como vai a sua vida sem a Louise?
- Melhor do que antes – eu ri.
- Er... – o Justin não estava entendendo nada.
- Justin, esse é Taylor Fox, o último namorado da Louise e o que aguentou ela mais tempo por incrível que pareça. Taylor esse é Justin Bieber, meu vizinho e amigo – acho que o Justin não gostou muito disso.
- Prazer – o Taylor estendeu a mão para o Justin e ele retribuiu, mas não estava feliz – bom Lua, vim te dar um “oi” né, e falar que você está bonita – ele ficou sem graça.
- Ah valeu – não queria dar muito papo, Justin estava de cara feia.
- Er... então tchau né?
- É tchau – e outro corte. Ele se despediu e se distanciou da gente.
- Ele não é o ex da Louise?
- Sim, é.
- Então por que... ? – ri.
- Ele gostava de mim antes da Louise manipulá-lo.
- Eu acho que tem um garoto aqui boiando – eu ri de novo.
- Ele gostava de mim quando eu gostava do Erik, aí, quando a Louise “tirou” – fiz as aspas com os dedos – o Erik de mim e depois ele foi embora, ela atacou o Taylor falando varias bobeiras para ele contra mim.
- Acho que entendi.
- Entendeu o que? – era a Karol, ela mais o Luka e a Hayley se jogaram nas cadeiras.
- A parada do Taylor – disse.
- A ta, que...
- É – esse Luka é muito sem noção.
- O que o meu – olha a ênfase no “meu” aí gente! – namorado estava fazendo aqui?
- Seu o que? – a Louise chegou e bateu com as palmas das mãos na mesa, se apoiando.
- Meu namorado – ela disse pausadamente.
- Que namorado, doida? Ele terminou com você há séculos! Foi só mais um que não te aguentou – ela estava fazendo escândalo, falando alto e eu também falei para a escola inteira ouvir.
- Nada disso!
- Então por que ele terminou? – ênfase no ele.
- Fui eu que terminei – ela já estava bem mancinha.
- Foi... sei, foi...
- Mas foi mesmo!
- Louise, eu e escola inteira sabemos que não foi assim! O Taylor não te suportava mais!
- É mentira!
- Mentira? Não só o Taylor não te suporta como nenhum dos seus namorados te suportou, como ninguém da escola te suporta!
- Todos aqui me amam!
- Amam nada! A maioria é mais falsa do que você – pronto, falei – só dizem que te adoram, às vezes, por medo, mas te esculacham por trás – as lagrimas escorreram pelo seu rosto e ela saiu de perto, me senti vitoriosa por isso, mas também senti pena e isso não é bom, afinal a pior coisa é alguém sentir peninha de você.
- Lua como você...? – o Justin estava pasmo.
- Como eu? Vai defender ela não né Justin?
- Não é que...
- É que o que?
- Você foi bem má com ela.
- Má? Má? – agora eu que estava pasma – Você não sabe das coisas que essa garota fez comigo e agora me chama de má?
- Só porque ela beijou o garoto que você gostava não é motivo para fazê-la chorar.
- Antes fosse isso Justin! Você não sabe do que a Louise aprontou comigo e agora vem me chamando de má!? Sabe o que você faz? Vai lá atrás dela, pode ir à vontade, não me importo. Afinal, só me responde uma coisa, por que você preferiu ficar comigo nesse final de semana do que ir para casa da Louise? Acho que era o que você mais queria né?
- Não! Não era o que eu mais queria, esse final de semana não poderia ter sido melhor e eu não o trocaria por nada desse mundo!
- Não é o que está parecendo agora – me virei e saí, vi Karol e Hayley me seguirem ainda boquiabertas.
- Lua, por que...
- Cala a boca Hayley.
Me sentei do outro lado do pátio, longe da vista do Justin, logo o sinal bateu, mas eu nem me movi, estava muito zangada e nem a carinha de “fica bem” das meninas antes delas irem para a sala, estava me fazendo bem. Vi o Taylor se aproximar de mim e se sentar ao meu lado.
- Tudo bem?
- Você ainda pergunta?
- Eu vi a sua briga com a Louise, e com o Justin também.
- Então me poupe de perguntas idiotas. Tay, posso me sentar ao seu lado só até o final dessas aulas? – eu disse assim que vi o Justin.
- Claro! – ele abriu um enorme e perfeito sorriso.
- Não se anime tanto – disse pegando em sua mão e levantando para ir para a sala.
- Meio difícil assim.
- Pois tente.
Quando cheguei à sala nem perguntei ao professor se podia mudar de lugar, aproveitei que quem sentava ao lado do Taylor era a Jess, a única garota da sala inteira que conversava comigo, e pedi para trocar de lugar com ela. Mandy, uma das amiguinhas da Louise, veio pegar as coisas dela na sala, para ela ir embora, agradeci por isso, a Louise era a última pessoa que eu queria que visse essa situação.
Bateu o sinal da saída, minhas coisas já estavam arrumadas a um bom tempo então peguei e corri, fui a primeira a sair da sala. Saí do colégio e fui andando, sem nem esperar o Justin, mas quando estava perto de casa ele chegou até mim. Ele gritava meu nome, mas eu nem dava atenção, sorte que a rua era bem vazia, sorte ou azar?
- Lua? – ele passou de mim e parou na minha frente ainda ofegando.
- Que foi Justin?
- Por que você... nem... me... esperou?
- Você ainda pergunta?
- Mas por que você se sentou com o Taylor depois do intervalo, por que você ficou tão brava comigo assim?
- Pelo amor de Deus Justin! Me poupe de perguntas idiotas né?
Continuei andando e ele atravessou a rua, estávamos perto de casa, mais alguns passos e eu estaria na porta da minha casa, então diminui a velocidade e ele fez o mesmo, parecia que estava me seguindo, depois não sei porque ele andou mais rápido fazendo com que chegasse em casa primeiro do que eu, fiquei reparando, ele abriu a porta mas não entrou, só que eu fiz o contrario, comecei a subir as escadas na minha casa.
- Lua espera! – não! Não espera! Não pude resisti, tive que para e me virar, ele saiu correndo em minha direção.
- Que foi Justin?
- Por favor, me desculpa, isso tudo é novo para mim, por favor, Lua, por favor!
- Justin, por favor, você! Não vou perder mais meu tempo.
- Como posso fazer você mudar de ideia?
- Não pode e mesmo se pudesse eu não diria.
- Acho que já sei como – eu estava de costas, mas me virei quando ele disse.
- Duvido! – e ele me beijou.
Será que ele achava que assim ia adiantar alguma coisa? Acho que sim e acho que iria adiantar! Droga! Ele sabia que eu não iria resistir, ele sabia que eu não conseguiria resistir ao calor do seu beijo novamente. Droga! Droga! Droga! Eu não posso desistir, não posso! Preciso resistir, mas como eu faço isso? Como? Eu queria aquilo, queria mesmo, com todas as minhas forças não queria ter que resistir, mas era preciso, me soltei de seus braços e corri para dentro de casa, realmente corri, subi as escadas mais rápido do que nunca, entrei no quarto e tranquei a porta, fechei a janela, desliguei o celular e computador, me joguei na cama com toda a força, ela poderia ter quebrado, poderia mesmo com a força que me joguei. Fiquei olhando as estrelas no teto tentando apagar as lembranças dos meus últimos dias, só que em vez de ir embora mais elas vinham, passava cada momento, cada segundo, cada instante sem esquecer de nenhum maldito detalhe, fechei os olhos na esperança de esquecer, mas, mais ela viam, enfiei meu rosto no travesseiro e soltei um grito até perder o ar, me virei novamente e continuei olhando as estrelas, mas em nada adiantava, fichei os olhos novamente na esperança de esquecer tudo e que dessa vez não fosse em vão, mas eu acabei adormecendo com aquele sorriso gravado na mente.

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Revisei isso agora, correndo... só porque já demorei muito para att... então qualquer coisa corre o risco de ter umas paradas meio "hã?" desculpe.
Na boa, só a Thais ta lendo ou só ela é uma boa leitora??? Poxa, poxa.
Ok, sem nada o que falar mesmo! Até o próximo capitulo. 

sábado, 16 de junho de 2012

4º Capitulo - Best Friends? Never more! Part. 1


Pov's Bieber

Ela estava ali, comigo, nós estávamos ali, sozinhos, eu não poderia perder essa chance então a beijei, eu queria fazer aquilo, queria mesmo, de verdade e não sei o porque. No começo ela resistiu, por alguns segundos pensei em desistir, talvez ela não quisesse, mas logo afastei esse pensamento, eu iria lutar até que se envolvesse, mas isso não foi necessário, ela se entregou. Intensifiquei um pouco o beijo, mas ainda o deixando calmo, está tudo perfeito, só que uma hora tínhamos que respirar. Fiquei com medo de abrir os olhos e ver a sua reação, mas eu tinha que fazer isso, então abri devagar e ela sorria ainda de olhos fechados, sorri também e depois que ela abriu ficamos nos olhando por algum tempo, só que o telefone dela tocou.
- Alô? Mãe? – ela pôs no viva-voz.
- Minha filha, onde você está?
- To no parque mãe, como eu disse.
- O Justin está com você?
- Está sim – ela sorriu.
- Filha, vem para casa logo, que o jantar está quase pronto e a Pattie, já ligou pedindo que o Justin venha para casa.
- A gente já vai mãe! – droga!
Descemos a escada e depois que passamos entre as árvores e chegamos ao caminho do bosque, eu segurei a sua mão, fiquei com um pouco de medo dela não gostar, mas em vez disso, ela segurou mais forte a minha mão, fiquei muito feliz, pude sentir um sorriso de orelha a orelha no meu rosto. Chegando em casa, lhe dei um beijo no rosto entes de entrar, depois fui direto para a minha, estava tarde então não íamos nos ver mais, pensei em entrar na internet porque provavelmente ela ficaria Online depois do jantar, mas deixei para lá, ficamos o dia inteiro juntos, é melhor a deixar um pouco com os “fãs”. Fui dormir pensando nela, no bosque, na casa, no beijo – principalmente no beijo – que eu já queria ter dado há tempo, fiquei encarando o teto do meu quarto só lembrando da cena, dos momentos até que adormeci.
 Acordei atrasado, peguei uma blusa branca de maga comprida no armário, uma calça jeans meio bege que estava em cima da cadeira meu tênis cano longo cinza escuro, lavei o rosto e ajeitei o cabelo com a mão mesmo, peguei a minha mochila que não foi nem tocada desde sexta-feira, seria meu segundo dia na escola, mas parecia que eu já estava lá há bastante tempo.
Desci a escada voando e na hora de sentar na cadeira quase que fui com tudo para o chão.
- Cuidado meu filho!
- É que eu to atrasado.
- Isso eu sei, mas não precisa se matar por causa disso – ri. Comecei a tomar  café da manhã quando a campainha tocou.
- Eu atendo! – disse ainda de boca cheia, fui atender a porta e ainda nem tinha terminado de engolir – Oi...
- Calma! Termina de comer primeiro – assenti.
- Espera um pouquinho Lua? Acordei meio atrasado hoje e nem tomei café.
- Tudo bem! – ela sorriu – Viu como é melhor falar quando a boca não esta cheia? – ri. – Oi Sra. Pattie, bom dia.
- Bom dia minha querida, aceita algo?
- Não, não, já tomei café, obrigada – enquanto elas conversavam, eu devorava um sanduíche, estava parecendo um esfomeado.
- Pronto acabei!
- Calma menino! Respira! – eu comi muito rápido, estava ofegando. Respirei fundo.
- Pronto! Vamos? – ela assentiu – Tchau mãe!
- Tchau Sra. Pattie.
- Tchau meu amor, tchau Lua.
Nós saímos de casa e fomos andando até a escola, já tínhamos tomado uma boa distancia da minha casa quando resolvi pegar sua mão e ainda bem que ela deixou.
- Você está linda hoje – ela me encarou – não que você... er...
- Eu entendi, pode deixar.
- Ufa! – ela riu, – Até que em fim você resolveu mostrar o rosto.
- Não tenho motivos para me esconder, não mais.
- E antes você tinha?
- Tinha.
- Mas você não vai me dizer né?
- Não! Tudo bem?
- Tudo né! Já até me acostumei com isso.
Ela sorriu e não falou mais nada e nem precisava, eu me perdia no seu sorriso e agora em seus olhos que davam para ver perfeitamente. Quando estou com ela só sei sorrir, mais nada, o mundo poderia acabar agora que eu não me importaria, eu estava com ela e estava feliz, nada mais me importava, poderia ficar ali vendo aquele sorriso pelo resto da minha vida.
 Chegando à escola fomos recepcionados pela Halle, Karol e Luka, as meninas já puxaram ela para o canto e começaram a perguntar o porquê da mudança de visual, na verdade ela só tirou a franja do rosto e passou uma maquiagem, não sei para que aquilo tudo.
- Garotas!
- Hã? Que Luka? Foi mal, nem prestei a atenção.
- Claro! Fala a verdade você está amarradão nela, fala! – eu sorri sem graça.
- Er... acho que sim, não sei...
- Como não sabe? Como “Acha que sim”? Ou é sim ou é não cara!
- Ah! Sei lá, acho que ela não confia em mim, tem algo que ainda me esconde e isso às vezes me deixa confuso, você tem uma noção do que seja?
- Tem tanta coisa ainda dela que eu acho que você não sabe, afinal vocês se conhecem ha tão pouco tempo.
- Eu discordo.
- Como assim?
- Esquece Luka! – eu ri.
- Ta, mas você tem uma noção do que ela possa estar escondendo de você?
- Eu acho que tem a haver com a Louise.
- Por quê?
- Porque quando eu falei dela... – ele me interrompeu.
- Você falou da Louise? Perto dela? – ele me olhava de olhos arregalados – Falou o que Justin?
- Falei que ela é bonita e...
- Cara! Nunca mais faça isso!
- Por que não?
- Há uns anos atrás – ainda bem que estávamos sentados porque eu acho que a história ia ser longa – a Louise e a Lua eram super amigas, desse tipo, BFF como elas dizem...
- As duas eram melhores amigas? – agora eu estava surpreso.
- É, é, mas me deixa terminar de falar.
- Desculpa.
- Então, as duas eram melhores amigas, só que o tempo passa e as pessoas mudam. A Lua sempre foi essa garota que você conhece, divertida, simpática, na outra escola ela era super popular...
- A Lua popular?
- É cara! Agora cala a boca!
- Desculpa de novo.
- A Lua era “A” garota da escola, conversava com todo mundo e sempre foi bem simpática com todos, só que a Louise sempre foi metida e ela sempre a protegia, uma apoiava a outra, a Lua então! Todos achavam ela “melhor” do que a Louise, apesar de que nós éramos muito criança, até os garotos preferiam ela do que a Louise. Eu cheguei à escola e a Lua já tinha se aproximado muito da Halle e a Karol sempre foi próxima dela, eu era o garoto zoado, mas ela sempre me ajudava e uma das que me zoava era a Louise que não gostou muito do fato de nós dois ficarmos amigos. Crescemos e então tivemos que vir para cá, porém viemos nós cinco, Hayley, Karol, eu, Lua e infelizmente a Louise. Vida nova, escola nova, reputação nova... A Louise já estava bem “malzinha” e a gente tentava falar isso para a Lua, mas como as duas eram super próximas desde pequenas, ela achava que a Louise nunca ia fazer nada com ela.
- Mas não foi assim né?
- Não. Lua estava gostando de um garoto chamado Erik só que ele era mais velho, veterano aqui e ela não tinha coragem de dizer, a Louise já estava começando a se enturmar com a parte mais popular e nojenta da escola e se passando por amiguinha ainda disse que ia ajudar, mas ao em vez disso, ela beijou o garoto na frente da escola inteira, sendo que a maioria sabia que a Lua gostava dele. O pior que não foi a primeira vez que ela aprontava com a Lua, só que isso ficava "por de baixo dos panos" e a Lua nem desconfiava.
- E...?
- E que todo mundo começou a zoar ela por causa disso, as pessoas podem ser muito más quando querem e foram com ela.
- E a Louise?
- Bom... Graças a isso a Louise “ganhou” o “cargo” de patricinha metida que todo mundo finge que gosta, pelas veteranas daquele ano.
Era difícil acreditar que a minha Lua passou por isso, mais difícil de acreditar é que eu acabei de chamá-la de minha, acho que o Luka tem toda razão, eu estava gostando dela sim, mas, já namorei outras garotas e nenhuma faz comigo o que ela faz, ela me deixa confuso e perdido, me deixa feliz e triste ao mesmo tempo, meu coração dói se em algum momento não a vejo sorrir e ele pulsa de alegria a cada sorriso que ela dá.
- Ei cara! Acorda! O sinal tocou, anda vamos entrar! – o Luka me sacudia com força, eu estava perdido em pensamentos, estava perdido nela.
- Foi mal cara, eu estava viajando aqui...
- Sei, viajando... eu sei muito bem em quem você estava viajando.
- Em quem o Justin estava viajando? – ela chegou por trás do Luka e pulou nas suas costas quase caindo no chão, mas ela ria e eu tive que rir também.
- Ele viajava em vo.... – eu não acredito que ele ia falar!
- Em você e em mim quando entrarmos na sala atrasados – tentei disfarçar – vamos?
- Vamos sim!
 Eu não tinha certeza absoluta do que sentia por ela, mas o problema maior é que eu não tinha certeza do que ela sentia por mim, então não poderia deixar que as coisas acontecessem assim.
 Ela foi na frente com as meninas, Luka e eu ficamos andando atrás e conversando algumas coisas, quando olhei para frente, já no corredor da escola, vi a Lua e a Louise uma de frente para a outra, como a Lua estava de costas para mim, não vi sua expressão, mas pela da Louise eu sabia que dali não ia sair boa coisa. 

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Não tenho o que comentar dessa vez .hm
To meio que morrendo e to chatissima u.u mas chata sou de natureza, ENFIM...
Thaís! Sua linds, obrigado por comentar... sempre agradecerei isso! HUASHAUHAUSH 
SIGAM seus infelizes e COMENTEM plmdds! Se não vou achar que só a Thaís ler essa joça aqui, oshi. 
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Até o próximo post....

segunda-feira, 11 de junho de 2012

3° Capitulo - Tree House. Part.2


Acordei de manhã feliz da vida, dei um pulo da cama e fui direto para o banheiro, prendi meu cabelo em um coque, lavei meu rosto, fiz minha higiene matinal, troquei de roupa rápido, uma calça jeans, uma blusa três quarto branca e o meu único Nike dunk e desci para almoçar, só que já era bem tarde, meus pais já tinham almoçado e meu pai já tinha saído para trabalhar.
- Mãe cadê o papai?
- Seu pai foi trabalhar.
- Mas mãe, hoje é domingo.
- É, mas ele foi resolver umas coisas e depois vai dar uma passadinha na casa do chefe.
- Do chefe? Tadinho do meu pai.
- Pois é. Minha filha, você quer que eu esquente a comida para você?
- Não mãe, valeu, eu como qualquer coisa aqui.
- Tão, come esse sanduíche aqui só para você não ficar com fome – ele colocou um prato com o sanduíche em cima da mesa e eu me sentei.
- Sabe quem te ligou?
- Não, quem? – mentira, sabia sim.
- O Justin.
- Hum... – dei uma mordida no sanduíche, tentei não da importância ao que ela disse, mas isso era meio impossível – e o que ele disse?
- Disse que queria falar com você e que passaria aqui mais tarde, mas pela hora que ele ligou, daqui a pouco está parecendo aqui.
- Hum... – dei outra mordida e depois tomei um gole do suco de manga que ela colocou para mim, na verdade eu queria ter gritado “ee” e ter saído pulando, mas achei melhor não.
Continuei comendo, olhei no relógio e realmente já era tarde, passava das duas da tarde. Terminei o sanduíche e fiquei enrolando na cozinha, falando com a minha mãe algumas coisas e vendo ela preparar uma massa de bolo – oba, bolo – até que bateram na porta, fui atender e como eu já imaginava era ele, Justin Bieber, parado na minha frente com toda aquela sua beleza que me desnorteava e com aquele sorriso que me fazia sair do chão.
- Vai me deixar aqui na porta?
- Ah! Desculpa Jus, entra – dei passagem.
- Jus?
- Que foi guri, vai encrencar com Jus também? – fechei a porta.
- Encrencar? Eu? Nada! Só que depois você já ta me chamando de Drew, de Bieber, Ju e sei lá mais o que... pode se decidir?
- Não, não posso – eu falei irônica, não estávamos brigando só parecia.
- Vamos ficar aqui na sala?
- Não, bora para o quarto – eu fui em direção a escada.
- Er... – ele parou no meio da sala.
- Você me entendeu Justin.
- Oh! Desse vez foi “Justin” – eu ri, engraçadinho ele.
- Mãe, nós vamos estar lá no quarto, qualquer coisa chama.
- Tudo bem filha – ouvi minha mãe gritar da cozinha.
Subimos a escada correndo, chegando ao quarto encostei a porta e me joguei na cama ainda desarrumada, ele sentou comigo e eu peguei o notebook e liguei.
- Milagre que você já não estava com o computador ou o notebook ligado.
- Ninguém mandou você chegar tão cedo.
- São quase três horas da tarde.
 - É, mas para quem acordou agora ainda e cedo, Olá-a! É domingo! – ele riu e eu me loguei em todas as contas que eram realmente muitas, e me arrependi disso. – Ops.
- Que foi?
- Liga o computador que você vai me ajudar – eu ainda olhava para tela tentando fechar algumas abas.
- A... – virei o notebook para ele – Nossa! É para já! – ele levantou e foi até o computador, fechei todas as contas, abri o Blog, o MSN, e o Twitter de novo, a minha sorte é que o meu computador não demorava muito para iniciar – pronto! – fui ate lá e loguei nas outras contas, sem deixar ele ver minha senha, claro.
- Agora me ajuda a responder.
Eu voltei para cama, e comecei a responder aquele monte de replys e ele me falava algumas coisas que não sabia responder sozinho, ficamos ali por horas, até que me encheu e a ele também – É sempre assim? – já havíamos desligado o computador e o note, ele estava sentado na minha frente, em cima da cama.
- Sempre que eu fico muito tempo sem mexer.
- E qual foi a última vez que você mexeu?
- Ontem de manha, antes de ir para a sua casa – ele me olhou surpreso, depois olhou por alguns segundos para um lado e para outro, para cima e para baixo.
- Ta, e o que vamos fazer agora?
- Não sei... – eu olhei para a minha blusa de frio em cima da cadeira e tive uma ideia – na verdade sei sim, tão! – peguei a blusa de frio preta que ele havia chegado e joguei em cima dele, depois peguei a minha, a mesma que usei no jantar ontem, e desci as escadas vestindo enquanto ele me seguia.
- Aonde você vai me levar?
- Vem comigo, logo você vai descobrir – terminei de descer as escadas e pulei o último degrau.
- Aonde vocês vão? – minha mãe gritou da cozinha.
- No parque mãe – gritei de volta.
- No parque? – minha mãe perguntou.
- No parque? – eu em, o Justin deu para remendar a minha mãe agora?
- É mãe, é Justin, no parque – eu já estava segurando a maçaneta da porta, já havia ate girado a mesma.
- Então ta, mas não esquece do jantar.
- Ok mãe! – puxei a porta e saí, deixando ela para o Justin fechar.
- O que vamos fazer no parque?
- Você vai ver quando chegarmos lá.
Ele deu de ombros e continuou me seguindo. Conversamos o caminho todo, falei que justamente hoje que eu estava sem all star ele resolveu usar – all star cano longo preto, jaqueta de frio preta, calça preta e blusa branca – o dele. Conversamos e rimos até que chegamos ao parque, eu fui andando e sentei num banco de concreto que havia ali e fiquei olhando para o nada, fazendo cara de paisagem, ele me olhou sem entender, mas acabou fazendo o mesmo.
- Sabe, quando eu era pequena, meu pai e eu vínhamos aqui direto. Ele brincava comigo, ás vezes, até a noite cair, até que foi promovido no trabalho e isso causou com que não pudesse vir mais aqui comigo – ele me encarava – e agora ele trabalha que nem um louco, ganha mais do que antes, mas não vive.
- Meu pai sempre foi tudo para mim, me ajudava e me apoiava em absolutamente tudo – virei meu rosto para ele que estava no momento olhando para o chão – mas ele e minha mãe viviam brigando e ela vivia dizendo que ele não era uma boa influência para mim. Eles então resolveram se separar, minha mãe alugou uma casa algumas quadras de onde ele morava porque sabia da importância dele para mim – procurei seus olhos, mas demorei para encontrá-los, quando enfim pude vê-los, expressavam tristeza e eu acho que desapontamento. – Depois de algum tempo as brigas se tornaram mais fortes e constantes, pior do que quando estavam juntos, então minha mãe resolveu vir para cá – ele me olhou e sorriu, ainda com um olhar triste. Eu sorri de volta.
- Vem! – me levantei, tirei minha mão do bolso da blusa e peguei a sua mão.
Fui puxando ele pelo braço até chegarmos num bosque, ali no parque mesmo, como era um lugar bem grande e “ligado” a natureza, onde as pessoas traziam seus animais para passear e brincar com os filhos, havia vários caminhos, como se fossem trilhas, no meio de algumas regiões onde se concentravam varias árvores. Fomos caminhando, até que saí da trilha e ele me seguiu, cheguei em uma arvore e puxei meio que uma corda até que uma escada aparecesse, eu subi e ele veio atrás de mim, empurrei uma “porta” de madeira e subi na casa da árvore.
- Meu pai, o da Halle e o da Karol, construíram isso para a gente, vínhamos aqui direto e sempre que nossos pais queriam fazer algo, vínhamos para cá e ficávamos brincando. Ás vezes só deitávamos aqui, olhávamos para o céu e conversávamos, ou se não, observávamos quem passava na trilha.
- Aqui é bem bonito.
- É... – concordei – Isso aqui é muito especial para mim, talvez mais do que para as meninas, quando construímos isso, foi uns dos últimos momentos que eu me divertia com o meu pai e me lembra daqueles momentos que eu não precisava me preocupar com nada.
- Você sente bastante falta do seu pai né?
- O pior que sim e olha que ele mora na mesma casa que eu, não quero nem imaginar você que está tão distante dele.
- Pois é... – seu olhar entristeceu novamente – Mas vir para Stratford, foi a melhor coisa que me aconteceu – seus olhos brilhavam e seu sorriso era radiante.
- Bom... – eu deitei no “chão” da casa da árvore – aqui me trás boas e más lembranças, na verdade, conforme nos três fomos crescendo passamos a vir cada vez menos nesse lugar e quando aparecemos aqui é mais para desabafar ou ficar sozinha, sem perigo de ninguém incomodar.
- Coisa que às vezes o nosso próprio quarto não tem – ele deitou ao meu lado.
- Pois é...
Ficamos algum tempo olhando o céu, brincando de ver formatos nas nuvens, que nem duas criancinhas. A casa na árvore era bem coberta pelas folhas da própria árvore e das que estavam em volta, mas tinha um espaço bem livre que dava para ver o céu direitinho. Ficamos deitados ali por algum tempo, não sei quanto, estava tão bom, que eu nem quis perder tempo olhando as horas até que ele levantou em um impulso, se virou sentado para mim. O olhei sem entender absolutamente nada.
- Apesar de tudo, apesar de estar longe do meu pai, vir para cá foi a melhor coisa que me aconteceu – ele se virou para mim e me olhou nos olhos.
- Como assim? – me levantei, parei bem na sua frente.
- Eu vivia com perguntas sem resposta na minha cabeça, querendo saber como ia ser aqui, estava triste por ficar longe dos meus amigos e do meu pai, mas resolvi vir com a minha mãe, pois eu sou tudo o que ela tem e isso resolveria as brigas, pelo menos é isso que eu acho – onde ele está querendo chegar? – Eu fiquei em dúvida se ia me enturmar, se ia ter uma vida que nem a que eu tinha lá onde eu morava, mas fiquei feliz quando eu te vi, quando nós fomos almoçar “juntos”, tenho que dizer, que você me deixou bem confuso e ainda me deixa, mas não estou nem aí mais para isso.
- A onde você está querendo chegar Justin?
- To querendo dizer, que as minhas perguntas ainda não foram esclarecidas e cada dia que eu passo aqui, mais elas vem. Minha vida até agora está sendo diferente do que eu tentava imaginar que seria e tudo isso graças a você...
- Justin, dá para ser mais direto?
- Dá!
Sem que eu percebesse ele me beijou, esse sim poderia ser considerado o nosso primeiro beijo, era quente, mas calmo, era envolvente e viciante , tenho que dizer. No começo eu resisti, mas passou alguns segundos e eu já tinha me entregado, era impossível resisti, os lábios dele estavam nos meus e nada mais importava, agora não tinha nada e ninguém que pudesse nos impedir.

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Demorei um pouco, eu sei, eu sei... tava esperando um retorno tanto aqui quanto no Nyah  e acabei que consegui ótimos retornos! Tanto aqui quanto lá, é emocionante ver que todo mundo ta gostando, sério, nunca acreditei que a TSBM fosse tão apaixonante assim, mas agora, tanto tempo depois to começando a acreditar.
Thaís! Sua linds! Obrigada viu? Mostre! Leitoras Novas sempre são bem vindas e sempre serão! HAUSHASUHAUSAHSU' Obrigada mais uma vez, owntý *-*
Então é isso, como eu já disse comentem e sigam seus infelizes, eu sei que podem! Não me enrolem! .q HASUAHSUASHUASH
 Até o próximo capitulo, porque esse daqui já acabou.