Pov's Bieber
I’m holding on your rope got
me tem feet off the ground.
A
cada verso da música, fortes lembranças passavam pela minha mente e pelo que
pude ver em seus olhos, na dela também. Por que tudo tem que ser tão difícil?
Complicado? Complexo? Nós nos amamos e pertencemos um ao outro – bom,
pertencíamos um ao outro –, não dava para simplesmente ficarmos juntos e
pronto? Por que temos que sofrer tanto se sabemos realmente de quem é o nosso
coração?
Não aguentei ficar um segundo sequer ali, meu coração doía demais para
qualquer reação, por sorte, estávamos na nova sala de música, não na outra,
onde agora fazem escolinha de música, porque se fosse lá, acho que eu não
aguentaria nem entrar, afinal, uma parte muito importante disso tudo aconteceu
lá.
Atravessei o enorme corredor com passos largos
e apressados, queria ir embora o mais rápido possível, e que se dane isso de
que “homem não chora”, eu choro, por alguém que amo, eu choro. Ela é muito
importante para mim, como as coisas foram chegar a esse ponto? Meu Deus! Me
ajuda, não sei se serei capaz de aguentar toda essa dor, ajude para que
fiquemos juntos de novo, ou não, se for o caso, simplesmente faça o que for
melhor para nós dois e eu espero, do fundo do coração e da minha alma, que esse
melhor seja ficarmos juntos de novo.
Ouvi uma buzina, isso me fez acordar de um
pesadelo, para viver outro na “vida real”. Meu travesseiro estava encharcado,
meu rosto deveria está inchado e meus olhos – como várias partes do meu rosto –
deveriam estar vermelhos. Eu chorei e muito, assumo.
Levantei da cama e fui até a janela do meu
quarto, era aquele maldito Audi R8, na frente da casa da Lua e ela correndo da
minha casa e entrando no carro, ok, a parte dela estar entrando no carro,
infelizmente eu entendi, agora, por que ela saiu correndo daqui?
Fui até o banheiro anexo ao meu quarto, lavei
o rosto para disfarçar a cara de choro, enxuguei e desci as escadas. Abri a
porta devagar e não encontrei nada, quando estava fechando, olhei para o chão e
entendi o que ela veio fazer, peguei e fechei a porta.
- Filho? Tudo bem?
- Que pergunta mãe. O que você acha –
estendi a mão fechada em punho em sua direção e abri devagar, mostrando-lhe a
aliança.
- Justin, eu... eu... sinto muito.
- Deixa para lá mãe – subi as escadas
correndo, tranquei a porta do quarto. Essa seria uma noite difícil, a pior de
todas.
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E outro minguado do Justin... é, vai ter mais narrações pequenininhos assim ainda .q
To morrendo de sono e sem café, ou seja, TO MORTA! Então... nem se eu tivesse algo para comentar to conseguindo lembrar.
Fora isso, vai ter post na sexta e só segunda.
Bezus
Maaaaais!
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