Pov's Bieber
Ótimo,
perfeito, excelente e mais uma vez mostro como sou burro!
“Me encontre na sala do 2º ano é sobre a Lua”
Ok,
anônimo, me preocupei. O que algum ser, que nem fez questão de se mostrar, queria
falar sobre ela? Fique sério o resto da aula, assim que o sinal bateu disse a
Lua que precisava ir a um lugar antes, não especifiquei, e pedi para que me
esperasse na saída, pretendia não demorar. Fui caminhando calmo entre os
adolescentes, com as mãos no bolso da calça, até chegar a uma das salas do 2º
ano.
-
Ah é você – revirei os olhos.
-
Justin! – Ela gritou. A voz era mais enjoada do que o normal.
-
O que você quer Louise?
-
Quero propor-lhe um trato – uau, ela sabe falar direito, ou será que contratou
algum dos advogados do pai para escrever o que ela precisa para me chantagear?
-
Um trato? Desenrola Louise, o que você está tramando?
-
Vou direto ao ponto – já era hora. – Quero ser sua namorada. – essa é direta!
Mas como ela pode me propor uma coisa dessas? – Pelo menos em uma festa que vai
ter lá em casa, com os amigos do meu pai.
-
Nunca! – Ri sarcástico.
-
Você não vai querer ver sua namoradinha sofrer vai? – Que droga! Fiquei sério
de novo, a minha cara de deboche se foi.
-
O que você esta tramando Louise? O que tem a Lua?
-
Simples, assim como Lua sabe muito sobre mim eu sei muito sobre ela, não são
coisas completamente erradas, mas são constrangedoras o suficiente para ser
zoada para sempre na escola.
-
Não ouse fazer nada contra ela!
-
Haha! Você é o único que pode me impedir.
-
Não, Não!
-
Justinzinho... – ela falou com uma voz irritante, ainda mais irritante.
-
Mas o que você quer? – Continuei com a minha voz firme e séria.
-
Você!
-
Impossível! Outra coisa – não iria aceitar aquilo, arranjaria outro modo para
nos livrar dela, mas esse não!
-
Nada é impossível a não ser que você queira.
-
Outra coisa – continuei firme.
-
Eu quero você! Não quero mais nada.
-
Ok. – Me rendi, era só por uma festa, conversaria com a Lua, qualquer coisa eu
desistiria do “trato”. Ela mal me deixou falar, soltou um grunhido de alegria e
voou no meu pescoço. – Mas não pense que – ouvi um soluço, alto e forte, me
virei na hora, fiquei com medo que fosse... – Lua... – e ela entendeu tudo
errado! Aposto! Droga.
-
Continue não se incomode comigo, afinal eu já estava de saída – ela foi fria e
depois saiu correndo pelo corredor da escola.
Não sabia o que fazer, se terminava com Louise
ou se ia atrás dela. Não pensei muito, abandonei a sala atrás da minha garota.
-
Lua! – Gritei e corri atrás dela. Quando ela quer ser rápida, consegue, mais um
pouco e eu não conseguiria alcançar – Lua! Lua! – Eu corria e gritava – Lua! –
A segurei pelo braço, sem a machucar, na intenção de fazer com que parasse de
correr – Ou! Para de correr.
-
Para que? Me diz?
-
Eu quero explicar! Não precisa chorar!
-
Não?
-
Não... – tentei se calmo.
-
É realmente não precisa, não por você – Ah ótimo! Ela entendeu errado e ainda
por cima, não vai me deixar explicar.
-
Lua, por favor! Não faz isso comigo, deixa eu te explicar – não posso perdê-la
de novo, se daquela vez foi uma semana e eu sofri que nem doido, imagina agora?
Deus! Não posso perder ela.
-
Não Justin! – Ela se soltou. – Quer saber? Vai lá! Volta para a sala, Louise
está te esperando! – Ela estava prestes a sair quando a segurei.
-
Não!
-
Me solta! – A soltei, não poderia ficar segurando ela aqui, forçado, só iria
piorar as coisas. – Me esquece Justin! Finge que tudo o que aconteceu nunca
existiu! Esquece de tudo o que eu disse para você, esquece dos “nunca”, dos
“sempre”, das promessas, esquece de absolutamente tudo, assim como eu vou
fazer.
Ela se virou e saiu, senti como se o mundo
parasse, não tive mais vontade de ficar vivo, meu coração se quebrou em milhões
de pedaços, ou melhor, duvido que ainda há um coração dentro de mim, se houver,
há restos mortais, mas pelo jeito que dói, ainda deve ter algo dentro do meu
peito.
Queria ir atrás dela, mas a minha bolsa ainda
estava na sala do 2º ano, corri até lá rezando para Louise já ter ido embora,
mas para a minha infelicidade, não, que ingênuo! Claro que ela iria querer
saber o que aconteceu.
-
Ta tudo bem Justinzinho?
-
Cala a boca Louise, você sabe que não – ela sorriu – e para com isso de
Justinzinho – ela levantou as mãos como se estivesse se rendendo. Peguei a
minha mochila.
-
Mas e aí? Topa?
-
Você está brincando né? – Revirei os olhos e me virei para sair.
-
Mas...
-
Mas nada Louise! Não enche! Você acabou comigo, não consegue ver? Eu nunca
ficaria com você! Nem iria fingir ser seu namorado! – Me virei para ela ao
falar.
-
Mas você tinha concordado! – O sorriso dela se esvaiu.
-
Mas não era algo certo! Eu iria pedir um tempo para pensar e te responderia,
mas agora eu não preciso de um tempo! A minha resposta é não! – Me virei
novamente e dei alguns passos em direção a porta. – Ah! – Me virei para ela de
novo –, meus parabéns, você se mostrou burra o suficiente para usar a sua única
carta ao seu favor, contra si – saí da sala, dei alguns passos e corri em
direção à porta, quando abri, vi Lua na frente da escola, dentro do Audi R8 que
eu sabia muito bem de quem era.
Ela me olhou decepcionada e o carro partiu,
meu pior pesadelo se tornou real.
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OOOOOOOOOWN TADINHO!
Ta, vou parar de fingir que sinto realmente pena do Justin, realmente dá dó, MAS, eu sei da história inteira né... Não há nada que não possa piorar, ou melhorar... quem sabe?
Enfim, até segunda né? Comentário please. Obrigada. haha .q
Thaís: Eu era muito inocente e envergonhada para escrever essas coisas, pois é. HASUAHSUASUAHS Não vou contar né... vai perder a graça. HAUSHAS
Bezus.
Aaaaaaah :(( ATE SEGUNDA???? :( POSTA NO DOMINGO!
ResponderExcluirCoitado do Justin... Eu mataria a Louise. :/
mais amor!