A festa estava quase no final, vi
aquele cara, o tal do Jake e a Louise se beijando descaradamente em um canto
bem visível. Fiquei até feliz por isso, pelo menos ela não estava com o Justin,
mas eu acabei ficando ansiosa e com medo, não vi ele o resto da festa, o DJ
estava na última música, uma bem mais lenta, o salão estava bem mais vazio, mas
ainda não éramos os únicos ali.
Me virei e olhei as pessoas que ainda estavam
dançado, aí sim vi o Justin, ele estava com as mãos nos bolsos, e vindo em
minha direção, quando percebeu que eu o tinha notado, soltou um lindo sorriso.
- Olha quem está vindo ali – notou Halle.
- Lua?
- Tudo bem Karol – respondi. Ele veio
até mim, se aproximou bem perto do meu ouvido.
- Quer dançar? Por favor, aceita.
- Ta.
Ele estendeu a mão para que eu pudesse segurá-la,
e assim fiz, segurei sua mão, me levantei e o acompanhei até o centro da pista
dança. Chegando lá ele segurou a minha outra mão e aproximou meu corpo contra o
dele, a música era lenta e ali tinha as pessoas mais influentes da escola, mas
ninguém dançando, só alguns no canto, mas nenhum na pista, só teria nós dois.
O Justin começou a me girar, dançamos de um
lado pro outro, ele então aproximou seu rosto do meu, até que seus lábios
chegassem ao meu ouvido.
When
I close my eyes
I see me and you at the prom
We’ve both been waiting so long
For this day to come
Now that it’s here let’s make it special
Fechei meus olhos e passei a sentir a
música.
I can’t deny
There’s so many thoughts on my mind
The DJ’s playing my favorite song
Ain’t no chaperons
This could be the night of your dreams
Only if you give
Give the first dance to me
Girl I promise I’ll be gentle
And now we gotta do it slowly
If you give
Give the first dance to me
I’m going cherish every moment
Cause it only happens once
Once in a lifetime
I couldn’t ask for more
Were rocking back and forth
Under the disco ball
Were the only ones on the floor
Everybody says that we look cute together
Let’s make this a night that two of us will remember
No teachers around to see us dancing close
I’m telling you, our parents would never know
Before the lights go up and the music turns off
Now’s the perfect time for me to taste your lip gloss
Your glass slippers in my hand, right here
We’ll make it before the clock strikes nine
Não queria abrir os olhos, aquilo
estava mais para sonho do que para realidade, apesar de que, desde que conheci
o Justin, pouca coisa tem sido real. Duvido nada que todos os olhos centravam
em nós, agradeci por não ter pais mais lá e nenhum tipo de adulto que poderia
falar com a minha mãe.
If
you give
Give the first dance to me
I’m going cherish every moment
Cause it only happens once
Once
in a lifetime
Ainda não sei como uma lágrima não
escorreu pelo meu rosto, eu me senti viva como nunca, percebi então que era ele
que me mantinha viva, agora eu sei o porquê de toda minha invisibilidade na
escola, era simplesmente porque eu não existia, ele que me fez querer viver, eu
não vivia até essa pessoa chegar a minha vida.
Ele parou de cantar, mas não paramos de
dançar, ele afastou o rosto devagar e só aí abri os meus olhos, ele me
encarava.
- Desculpa.
- Você não tem o que se desculpar.
- Tenho sim, quando você estava
dançando com a Louise, entendi perfeitamente o que você sentiu e percebi que eu
não precisava fazer aquilo.
- Por isso correu? – assenti e abaixei
a cabeça, ele soltou uma das mãos e pôs no meu rosto, me obrigando a levantá-lo.
– Fica tranquila, isso é passado, por mim, você não tem nada com que se desculpar,
o importante é que estamos aqui, juntos, agora – sorri.
- Essa
poderia ser a noite dos nossos sonhos.
- Essa ainda pode ser a noite dos
nossos sonhos – ele encostou seus lábios nos meus, aquele momento era perfeito,
o que eu precisava, agora se eu tivesse alguma duvida ela sumira, assim como as
minhas certezas, se eu tivesse algum medo ele também sumira, o meu único medo
era o de perdê-lo e minha única certeza era que eu o amava.
Sorri, mas ainda sem abri os olhos,
tive medo de que fosse tudo mentira, que o melhor beijo da minha vida fosse só
mais um sonho como vários que já tive, a minha mente é fértil o suficiente para
criar algo assim. Resolvi abrir os olhos, por mais insegura que estivesse. Abri
e encontrei um sorriso.
- Ainda podemos ter a melhor noite das
nossas vidas, topa?
- São altas da madrugada, iremos fazer
o que? – Ainda dançávamos, mesmo sem música.
- Se não tiver a gente inventa! –
rimos.
- Você tem alguma ideia do que? – Ele
me olhou meio estranho, o sorriso foi de orelha a orelha, um olhar meio
pervertido – Não! Para! Nem vem!
- Brincadeira, a gente dá um jeito,
nada mais vai estragar essa noite.
- Ok! Agora é melhor pararmos de
dançar, porque a música já acabou tem um tempo – ele riu e eu o acompanhei,
depois, ainda com um sorriso no rosto, ele pegou na minha mão e voltamos a
nossa mesa.
- Detalhe que ninguém ficou encarando
vocês né? – rimos.
- Hayley, cadê Karol? Sumiu com Nat de
novo?
- Quase, serve aquela? – ela apontou
para um canto, olhei na direção que o dedo dela apontava, era um canto meio
escuro, ela e Nat se beijavam, agora ela estava feliz, gostava do garoto há
mais de um ano e enfim estavam juntos.
- Agora teremos que aguentar, se der
sorte ela fala dele a semana inteira – me sentei, e Justin puxou uma cadeira para
se sentar ao meu lado.
- Semana? Mês né!? Pelo jeito ele ta afim
dela, mas nem sei, talvez seja charme só para pegar ela aqui.
- Mas eles demoraram, já são altas da
manhã e a festa está no final.
- Você acha que Nat ia querer ficar
com ela perto dos amiguinhos dele?
- Mas o Taylor ainda está aí e ele é
do time de natação junto com ele.
- Só que o Tay conhece a gente e conversa
e tudo, agora o resto é muito nariz em pé para conversar com gente como a
gente.
- Calma, já volto – me levantei, dei
um selinho no Justin e fui em direção ao banheiro.
- Hey gatinha! Resolveu voltar? – era
o Jake, só que dessa vez bêbado.
- Não! Eu to em casa, não percebe?
- Gatinha, faz assim comigo não – ele
chegou mais perto e do nada me agarrou pela cintura.
- Ei me solta! Me larga agora! – Comecei
a bater nele com os punhos fechados, só que ele me segurava firme.
- Que gatinha! Faz assim comigo não –
ele começou a querer beijar meu pescoço, consegui evitar, mas de algum modo ele
ainda encostou os lábios em mim.
- Me solta! – eu gritava o mais alto
que podia.
- Solta ela! – ouvi a voz do Justin e
na mesma hora o cara me soltou, só que caí e quando levantei o rosto só vi o
cara com a mão no rosto e o Justin perto dele.
- Quem é você moleque, para me bater?
Cuidado pirralho!
- Sou o namorado dela! E ai de você se
encostar um dedo nela de novo!
- Nessa gostosa aí? Ah Moleque! Eu
pego quando eu quiser, essa é melhor do que a última que eu peguei – agora eu
que vou da um soco na cara dessa tal, quem é ele para falar assim de mim? A
única coisa boa era que ele disse que eu sou melhor do que a Louise, mas de
qualquer jeito! – Essa eu pego fácil! – Me levantei na intenção de voar para
cima dele, mas antes olhei para a cara da Louise e ela estava se mordendo de
ódio, depois olhei para o Justin e ele estava cada vez mais vermelho de raiva e
ia voar para cima do cara de novo.
- Cala a boca cara! Quem é você para
falar assim dela? Cala a sua boca! – não era mais o Justin, vi o Taylor chegar
do lado.
- Outro pirralho para proteger a
gostosinha – ele revirou os olhos e levou outro soco na cara, se o do Justin
não doeu o do Taylor com certeza vai deixar no mínimo um belo roxo, se contar
pelo tamanho dos braços.
Ele caiu no chão mais se levantou ainda meio
cambaleando.
- Qual é? Deu para todos os pirralhos
aqui me baterem? Tudo por causa dessa va...
- Se você falar isso quem vai te bater
agora sou eu Jacob! – Erik chegou do lado oposto do Taylor, ficou uma fileira a
minha frente, o Taylor numa ponta, o Erik em outra e o Justin na minha frente.
- Qual é Erik? Até você vai proteger
ela?
- Se você fala mais alguma merda ou
chegar a encostar um dedo nessa garota de novo, você vai voltar para casa em um
estado deplorável! Ta me escutando?
- Ah! Saquei! Essa é a tal garota que
você falou que tava a fim de pegar, desculpa brô, não sabia, ela é só sua –
essa cara queria arranjar mais briga né? Só que dessa vez uma em três, Justin,
Taylor e Erik brigando entre si.
- Ela é minha! E você não calou essa
boca ainda por quê? Desse jeito eu te mato! E não to brincando – Justin estava
me dando medo, ele estava com a aparência de muita raiva.
- Que medo! – Justin fechou a mão em
punho e deu um soco na cara dele com toda a força, eu acho que quebrou alguma coisa,
se não quebrou trincou o osso ou sei lá o que.
O soco foi tão forte que o Jacob caiu no chão
e não levantou, tentou, mas não conseguiu.
- Se eu fosse você iria cuidar do seu
amiguinho – o Justin olhou furioso para o Erik que foi lá ver como aquele
idiota estava. Eu estava bem assustada com aquilo tudo, neutralizada olhando o
cara no chão, só senti os braços do Justin me envolver e só aí que voltei a mim,
o abracei de volta. – Está tudo bem? – Assenti.
- Lua, Lua? Está tudo bem, você está
bem?
- Ta Taylor, ta tudo bem sim.
- Quer alguma coisa, precisa de algo?
- Não, não, Tay valeu.
- Deixa que eu cuido dela Taylor – Justin
pegou a na minha mão e fomos até a mesa.
- Lua? Está tudo bem? – o Luka me
perguntou preocupado e todos me olhavam meio preocupados.
- Caramba que mania! Parem de
perguntar se esta tudo bem! Sim, está e ponto.
- É melhor irmos embora – todos
concordaram com Justin e começaram a pegar a suas coisas.
- Lua me desculpa por isso, é...
- Não precisa se desculpar Kelly, foi
um incidente, um imprevisto.
- Mas você já vai?
- Desculpa, mas não dá para ficar mais
por aqui.
- Então ta e mais uma vez me desculpa
– tentei sorri, ela saiu. A baixei e tirei minhas sandálias que já estavam me
matando.
- Lua, foi mal pelo Jacob ele tem essa
mania de beber, mas nunca chegou a esse ponto – Erik chegou do nada e estava
sem o blazer do terno que provavelmente sujou quando ele foi ver se o Jake
estava bem.
- Só podia ser seu amigo! – o Justin
tava a fim de bater em mais alguém, e se ficássemos mais um segundo lá, esse
alguém seria Erik, ou Tay, mas se fosse o Taylor, não iria da certo.
- Calma Justin, calma! Ta Erik, só o
mantenha bem longe de mim pelo resto da vida! Certo? Agora é melhor irmos.
Puxei o Justin pelo braço e todo mundo veio atrás da gente, vi Tay e
sorri para ele como forma de agradecer por ele ter me protegido, olhei para a
Louise e percebi que ela estava com mais raiva de mim do que o normal, sorri
sarcasticamente para ela e depois dei um sorriso de desculpas para a Kelly, é
engraçado como um simples sorriso pode dizer tantas coisas, assim como o olhar,
juntando os dois, são melhores do que até mesmo as próprias palavras.
Saímos do salão e andamos sem rumo, estava
escuro, era umas 3h da manhã, mais ou menos.
- E aí? Vamos para casa? – Perguntei.
- Não! – Todos responderam em coro.
- Vamos para onde então? – Todo mundo
se olhou, ninguém tinha uma ideia boa o bastante, ou simplesmente não tinham
ideia nenhuma.
- Já sei!
O Justin saiu andando e todos nos o
seguimos, fomos até um lugar que eu conhecia bem, com bastante verde – e por
isso estava bem frio – e uns bancos de cimento em alguns lugares, na hora me
veio à cena do nosso primeiro beijo – o de verdade – na casa da árvore ali perto.
Comecei a sentir frio e o Justin percebeu
isso.
- Ta com frio?
- Pergunta mais idiota em Justin – ele
riu.
- Aqui – ele tirou o blazer e me
envolveu nele.
- Valeu.
- Agora para de ignorância – ri.
- Foi mal.
Ficamos ali durante muito tempo, rolamos na
grama, rimos, conversamos e as horas iam passando que nem percebíamos. Estava
Justin, Hayley, Luka, Karol, eu e até o Nat. O Luka havia jogado algumas
indiretas para a Hayley o tempo todo, só não deixou as coisas mais claras, pois
achava que nós iríamos zoar da cara dele, e nós realmente iríamos.
Foi bem mais legal do que a festa, 4:00, 5:00
da manhã, e vimos o sol nascer, até que o parque começou a encher e resolvemos
sair dali, eram umas 7:30 da manhã e seis adolescentes, muito bens vestidos –
sendo que as garotas andavam com as sandálias na mão – andavam sem rumo pelas
ruas, essa era a cena, imagina o que as pessoas estavam pensando? Estávamos
rindo de nada, as horas iam passando e estávamos nem aí, meu cabelo já estava
duas vezes maior e todo mundo tinha grama no cabelo, a maquiagem de todas nós,
garotas, estava borrada, sério, deveriam achar que estávamos drogados. Eu
estava cansada e aposto que todo mundo ali também, afinal viramos a noite, mas
ninguém se importava muito com isso.
Mais
uma esquina, e outra, mais e mais olhares surpresos e curiosos, e mais e mais
risadas do nada. Falamos de bobeiras, nada de interessante, falamos das roupas
das pessoas, de coisas que aconteceram na festa, zoamos Karol e Nat. O sol estava
matando, pelo movimento na rua e coisa do tipo, deveria ser meio dia por aí,
mas resolvi perguntar.
- Moço – parei um cara na rua, ele me
olhou meio assustado e eu então ri – poderia me informar as horas, por favor? –
ele ainda me olhava meio assustado.
- 1:00.
- 1:00? – gritei, ele se afastou e
ficou mais assustado ainda. – Desculpa, obrigado em moço.
- Galera, eu não sei vocês, mas eu tenho
casa e mãe, já são 1:00, a última vez que eu vi a minha mãe foi às 10:50, ela
nem deve estar preocupada.
- Eu também tenho que ir para casa,
amanhã é segunda e tenho uma competição logo cedo.
- Bom preciso dizer nada, também tenho
que ir – a Halle fez uma carinha de desapontada.
- Eu também – o Luka me olhou.
- Nem preciso dizer – a Karol revirou
os olhos.
- Bom, como estamos mais perto da casa
do Nat, nós vamos lá, depois passamos na casa da Karol, depois Luka, Hayley e
assim Lua e eu vamos para casa – todos concordaram.
Assim fizemos, casa do Nat, Karol, Luka e por
último Hayley, depois Justin e eu fomos para casa. Eu estava morta! Meus pés
doíam, meus olhos estavam ardendo de sono.
- Bom, está entregue – ri.
- Me desculpa, essa definitivamente
não foi a noite dos nossos sonhos.
- Desculpa? Para que? Dos seus sonhos
eu não sei, mas dos meus foi.
- Como? Meio difícil acreditar, nós
brigamos, teve um cara bêbado chato depois, você chama isso de perfeito? – ele
riu.
- Não, realmente, não, mas pensa bem,
nós nos reconciliamos e você ganhou mais uma música – corei – depois eu te
protegi, por mais que a minha mão ainda esteja doendo um pouco – ri –, mas o
que importa é que te protegi, depois vimos o por do sol juntos, ta, tinha mais
quatro pessoas com nós dois, mas tudo bem, sem esquecer do beijo – beijo ao por
do sol, que clichê, mas e daí? – é bem clichê, mas tudo bem.
- Anda lendo os meus pensamentos é?
- Quem dera se eu pudesse.
- Pensando por esse lado, pode até se
considerar uma noite muito boa.
- Perfeita, a dos meus sonhos. O que
importa não é a briga, as brigas no caso, é o que fizemos depois disso.
- É, você tem razão – eu sorria e não
consegui deixar de sorrir.
- Bom amor, tenho que ir para a casa,
também tenho mãe, nos vamos mais tarde?
- Sim, ou melhor, talvez não, do jeito
que to, durmo até amanhã de manhã – ele riu.
- Tchau – ele me deu um selinho.
- Tchau – ele foi para casa dele e eu
para minha, entrei em casa já cambaleando de sono, louca por um banho e uma
cama.
- A onde você estava mocinha? Fiquei
preocupada!
- Ih mãe! Relaxa, já to em casa.
- Relaxa? Relaxa? Menina você some o
dia inteiro, sem celular e quer que eu relaxe?
- É – dei de ombros.
- Por que você não levou o celular? –
Minha mãe parecia preocupada, muito preocupada.
- Não tinha onde levar.
- Usava uma bolsa!
- Não gosto.
- Não gosta de salão, não gosta de
salto alto, não gosta de bolsa... há alguma coisa que você por acaso gosta?
- Tem! Mas você não sabe, nunca sabe,
o papai saberia te responder essa – agora eu gritava no mesmo tom que ela –
agora com licença que eu vou para o meu quarto.
- Mas respeito comigo Lua Margareth
Houston!
- Mãe! Ninguém sabe meu nome do meio,
então, por favor!
- Qual o problema com seu nome do
meio?
- Qual o problema com Margareth? Pensa
bem – revirei os olhos e fui para a escada.
- Onde você estava Lua! Me responde.
- Ah mãe! Por aí. Tava no parque e
depois fiquei dando umas voltas na cidade com Justin, Karol, Hayley, Luka e Nat.
- E que historia é essa de briga na
festa?
- Quem te contou?
- Louise James, sua amiga me ligou –
idiota! Inútil! Patricinha insuportável!
- Minha amiga? Nossa, com uma amiga
dessa nem preciso de inimigos.
- Para de enrolar e me conta logo.
- Um bêbado amigo do Erik, veio falar
merda comigo e os meninos vieram me ajudar, posso subir agora? – Subi mais um
degrau.
- Os meninos? Por que plural?
- Porque foi Justin, Taylor e Erik.
- E porque os três foram te ajudar,
não é só o Justin que é seu namorado?
- Mãe que inferno! Você nunca se
importou com essas coisas, agora eu vou para o meu quarto dormir que ganho mais
– continuei subindo as escadas.
- Lua, volta aqui agora!
- Não.
- Eu disse agora!
- Tchau mãe.
Subi as escadas e fechei a porta, joguei a
sandália para o alto, e fui direto para o banho, mal estava me aguentando em
pé, estava muito sonolenta então tomei uma banho rápido, coloquei a primeira
coisa que eu vi – e que era confortável para dormir – e deitei na cama, precisa
dizer que em pouco tempo adormeci? Pois bem, mal deitei e já peguei no sono.
---
Esse é o resto da narração da Lua, lembra que eu disse que foi dividido em dois? Enfim.
BLA BLA BLA BLA BLA BLA
até amanhã.
To de fato sem o que falar.
Ameeeeeei! Mais amor *-*
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