Pov's Houston
Justin me fez prometer que se algum
dia o que eu sinto por ele mudar, ele será o primeiro a saber, qual será o medo
dele? Ele me prometeu que iria explicar, o que me resta é acreditar nisso.
Estávamos no pátio da escola, falando da festa
da Kelly que iria ser nesse final de semana, falamos do Nathaniel Sanders,
garoto que a Karol gosta. Não a entendo, ela é linda, cabelo castanho claro,
liso, é meio branquinha, tem os olhos verdes, ela é realmente linda, só que
vive dizendo que não e que preferia parecer com a Hayley, inclusive na atitude,
e põe atitude nisso, espera o que de uma ruiva? Isso mesmo, ruiva, cabelo
curto, liso e é bem branca e tem olhos claros, nessa turma só eu tenho os olhos
castanhos, até o Luka tem olhos claros, azuis sendo mais exata, se bem que
agora tem o Justin também, mas os olhos
deles também são mais claros que os meus, daqui a pouco to apelando para lentes
de contato.
- Voltando para a festa... – a Karol
recomeçou o assunto.
- Vocês estão falando da festa da
Kelly nesse final de semana? – muito legal, Louise James, Catherine Brown e
Mandy Willows, o paraíso.
- E por acaso tem outra Louise? Ah! Se
bem né, que a princesinha deve ter milhões de festas só nesse final de semana –
respondi bem arrogante, como de costume.
- Realmente é isso – te odeio Louise!
– Queria que soubesse que também fui convidada para essa festinha de quinta
categoria, mas não sei se vou, tenho uma mais importante nesse sábado.
- Eu sei que você foi convidada, tive
o privilegio de ter acesso a lista, mas se você não tivesse tão interessada em
ir, por que gastou seu tempo vindo aqui?
- Er...
- Quer saber? Vai mesmo não, ninguém
vai sentir sua falta lá e aposto que o Erik não quer olhar na sua cara nunca
mais.
- O... O... Erik... vai?
- Te interessa?
- Você acabou de dizer que ele ia!
- Então por que pergunta? – ela estava
vermelha de raiva.
- Nem vou perder meu tempo nessa
festinha, vou ficar com o meu namorado.
- Que namorado? – fiz de
desinteressada e realmente não estava interessada nisso.
- O Taylor lógico – ri.
- O que tem eu? – o Taylor chegou
perto de nós.
- Louise disse que não vai á festa
porque vai ficar com o namorado dela, ou seja, você – disse e ele riu.
- É a festa da Kelly né? – assenti – Você
não desiste mesmo né Louise? Eu terminei com você lembra? Não temos mais nada!
- Tay... – ela fez carinha de
coitadinha.
- “Tay” nada Louise! Chega! Por favor,
chega disso! Você não é e nunca foi nada para mim, difícil de entender? Se liga!
E outra que eu também vou à festa – só faltava ela chorar, como da última vez e
isso não iria demorar muito.
- Você não perde por esperar Lua! Eu
também vou nessa festa e a partir de agora vou fazer a sua vida virar um
inferno!
- Você já fez da minha vida um
inferno, mas agora você não me atinge mais Louise, e não fica com essa carinha
de brava não, não sou mais aquela garota, eu mudei.
- Percebi... se eu fosse você não ia
nessa merda de festa, ou melhor, vai, pode ir, é bom que eu vou me divertir um
pouquinho.
- Somos duas então – nos fuzilávamos
com os olhos, ela estava cada vez mais vermelha, depois, saiu andando batendo o
pé, com as amiguinhas atrás dela.
- Lua! Lua! – as meninas gritavam e eu
comecei a rir.
- Está tudo bem? – o Justin perguntou
baixinho no meu ouvido e fiz um sim com a cabeça.
- A Louise não desiste né?
- Não mesmo Tay e não vai desistir,
essa garota não se toca.
- Concordo! – a Karol levantou a mão.
- Eu também! – e a Hayley também.
- Somos três! – o Luka deu um pulo do
banco.
- Então, Lua, vou ali falar com o
Alex, nos vemos na sala – o Tay me abraçou e me deu um beijo na bochecha.
- Ta vai lá – acho que fiz besteira, o
Justin estava calado e com uma expressão meio tensa e quando o Tay me soltou,
passou o braço na minha cintura.
- Er... Vocês já têm roupa? – a Karol
perguntou.
- Minha mãe e eu vamos a loja hoje
para comprar um vestido para mim – a Hayley deu um sorriso de orelha a orelha.
- E a minha já arranjou um smoking
para mim há séculos.
- Meu vestido é lindo... – começou a
Karol.
Eles ficaram ali falando das roupas e das expectativas
para a festa, Justin e eu ficamos calados, olhando para eles, o sinal bateu e
os três saíram andando falando da festa. Entramos na sala, as aulas foram um
saco, devo admitir, voltei para o meu lugar ao lado do Justin e a Louise me
fuzilava com os olhos, ela está se sentindo ameaçada por mim, só pode, ela está
com medo de que eu acabe – ainda mais – com a sua reputação, sabe que todos
preferem a mim e que ninguém a suporta, então é isso, medo. Quem diria, Louise
James, a garota mais poderosa da escola, com medo de mim!
No
Intervalo não teve outro assunto, era sempre o mesmo: “Festa da Kelly”, “Vinda
do Erik”, “Com que roupa vou”, “Que gatinho/gatinha eu vou pegar”, que saco,
isso que dá ser do colegial, é isso que se aprende na escola, como marca ponto
com a galera? Simples, quem pegar mais em uma festa é o rei da escola! Isso é
uma droga, por isso amo tanto ir – claro que é sarcasmo. Quando voltamos para a
sala, era a mesma coisa, que saco, a escola podia ficar mais chata? Até o
Justin não estava suportando, ele mandou uma folhinha para mim a onde estava
escrito: “Vamos embora daqui? Por favor,
diz que sim!“ respondi: “não estou
odiando isso menos do que você, pode ter certeza” e sabe o que ele
respondeu? Nada, porque o professor pegou a folha assim que o Justin terminou
de ler.
- Já que vocês estão odiando tanto
ficar na sala, podem ir para a diretoria.
- Sério? – perguntei.
- Podem ir, peguem as suas coisas e
saiam da sala agora.
- Deixa eu ver, só voltar quando a sua
aula acabar?
- Isso mesmo!
- Então tchau! – peguei as minhas
coisas e saí correndo.
- E eu já vou com o maior prazer. – Justin
pegou as coisas dele e saiu assoviando da sala. Ri – E agora? Vamos fazer o
que?
- Sei lá, nunca fui para fora de sala
desse jeito, primeira vez.
- Aqui no meio do corredor que não
podemos ficar.
- Realmente, então... vem! – peguei na
mão dele e puxei até uma sala – Aqui é a sala de música, a gente não usa, mas,
ela fica aberta com tudo aqui, pois depois que a gente sai, eles tem escolinha.
- Hum – ele foi até o violão. – Toca a
música que você escreveu? – há,há! Até parece.
- Não.
- Por quê?
- Não tem melodia.
- Poxa – ele fez uma carinha triste. –
Então vou cumprir a minha promessa – o que ele vai fazer?
- Jus...
Ele pegou o violão e começou a tocar uma
melodia e depois a cantar.
When I met you girl
My heart went knock (knock)
Now them butterflies in my stomach
Won't stop (stop)
Não
acredito nisso...
Your world is my world
And my fight is your fight
My breath is your breath
And your heart (and now I've got)
My one love
My one heart
My
one life for sure
Meu único amor, meu único coração?
Let me tell you one time
(Girl I love, girl I love you)
I'm a tell you one time
(Girl I love, girl I love you)
Senti as minhas pernas tremerem,
aquilo para mim estava mais para sonho do que para realidade.
I'll be your one guy
You'll be my number one girl
Always
making time for you
Sabia que poderia desabar a qualquer
momento e isso não demoraria muito.
Many have called
But the chosen is you
Whatever you want shawty
I'll give it to you
Meus olhos encheram, as minhas vistas
já estavam embasadas.
She makes me happy
I know where I'll be
Right by your side
Cause she is the one (for me)
Estava
encostada na porta da sala, escorada para não cair, abaixei a cabeça e as lágrimas
escorreram, elas eram fortes, intensas, não consegui fazer com que parassem,
minhas pernas enfim não aguentaram, fui caído devagar, em pouco tempo, estava
no chão em prantos.
I'll be your one guy
You'll be my number one girl
Always making time for you
Let me tell you one time
(Girl I love, girl I love you)
I'm a tell you one time
(Girl I love, girl I love you)
- Droga! – ouvi de longe o barulho do
violão tocando o chão e depois passos vindo na minha direção – Lua, Lua, olha
para mim, por favor! – não conseguia, mal consegui ouvir sua voz, ele estava
abaixado, senti a sua mão em meu ombro – Fiz besteira! Que droga!
- Não – tentei dizer, minha voz mal
saia –, não fez – parei por aqui, não consegui dizer mais nada.
- Lua, por favor, por que você está
chorando? Me diz meu amor, por favor.
- Imagina: – comecei a dizer, minha
voz era fraca, mas continuei – você tem por perto uma garota que mal conhece, mas
é como se não pudesse mais se separar dela – a cada virgula eu parava e tentava
engolir o choro – e a garota é linda, linda de morrer onde garotos, fácil,
fácil iriam cair em cima, enquanto você... É só mais um – eu tinha parado de
chorar um pouco – uma garota que pode ter o garoto mais lindo do mundo por
perto se ela quiser, mas – sorri e levantei o rosto, com o olhar ainda vago –
em vez disso, ela prefere você – olhei em seus olhos – prefere ficar ao seu
lado e o que você faz? A machuca... – seus olhos me encaravam atentamente, eram
fixos nos meus – acha que isso entre vocês dois não é nada demais, você não
sabe o que sente por ela direito e acha que de longe ela tem o mesmo sentimento
por você – nessa hora eu já tinha parado de chorar – aí chega uma hora... Ela
diz as palavras mais lindas do universo, te fazendo sentir único no mundo.
Entendeu agora?
- Mas Lua, você é a minha garota, a
garota do meu mundo, você é o meu universo, o meu coração e a minha alma
pertencem unicamente a você.
- Você vai me fazer chorar mais assim!
– ele sorriu.
- Vem, levanta – ele me deu a mão e me
ajudou a levantar. – Só uma pergunta, em que momento você me magoou? – já
estávamos em pé e ele olhava nos meus olhos.
- Aquela vez da Louise, foi exagero
meu e...
- Ou! Para... aquilo é passado, já
foi, não interessa mais.
- Mas...
- Mas nada! Lua, entende uma coisa, eu
quero você, eu preciso de você!
- Por que logo eu? Você pode ter
qualquer garota do mundo, por que logo eu?
- Não me interessa qualquer garota do
mundo, me interessa você, é você que eu quero e preciso, é unicamente você! –
senti meus olhos encherem de lagrimas novamente, fiquei sem palavras. – Ei, não
chora.
- Meio difícil né!? – ele me abraçou
forte e eu retribui.
- Eu te amo – ele disse segurando meu
rosto com uma das mãos e olhando nos meus olhos como sempre.
- Eu também te amo – involuntariamente
fechei os olhos e senti seus lábios tocarem os meus.
Aquele era o momento mais perfeito da minha
vida, disso não tenho dúvida, bate a casa da árvore, a pista de skate, e nunca,
nunca mesmo, vou ter um momento assim. Não queria que acabasse, nunca, queria
que esse momento durasse para sempre, que o tempo parasse, mas, as coisas não
são bem assim, o tempo passa, e quando a gente menos quer, passa mais rápido,
quero dizer, o sinal bateu. Saímos no começo da aula, ou seja, passamos quase
uma hora ali – quase, um pouquinho menos – e como passou tão rápido?
Paramos de nos beijar, abri os olhos com um
pouco de receio de isso tudo ter sido fruto da minha fértil imaginação, afinal
isso foi meio “mágico” e devo admitir que se eu falasse isso a algumas semanas
atrás iria me jogar pela janela.
- E aí? Vamos voltar para a sala?
- Quero não Justin – fiz um biquinho
de criança e ele me deu um selinho como mais cedo. – Esperto!
- Eu sei, Eu sei! – nem é convencido –
Mas meu amor, precisamos voltar para a sala.
- Por quê?
- É a última aula.
- Então... melhor ainda, última aula.
- É, mas, a professora vai entrar na
sala, vai notar dois lugares vazios bem no meio, vai perguntar onde nós
estamos, vão falar que fomos para a diretoria e...
- Ta, já entendi, se não formos vamos
nos ferrar.
- Se quer encarar assim...
- Ok, vai para a sala então, que vou
tirar essa cara de choro e já vou.
- Nos vemos na sala então.
Ele me deu um selinho, pegou a mochila do chão
e foi para a sala. Peguei a minha mochila e corri para o banheiro, lavei o
rosto, fiquei me encarando, ainda não caiu à ficha, afinal, não parece que isso
foi real, mas foi! Saí do banheiro correndo, já tinha viajado demais, chegando à
sala, todo mundo me encarou, senti meu rosto corar, mas fui numa boa até o meu
lugar.
- Até que em fim.
- Também te amo Justin.
- Eu sei!
A gente sussurrava claro, o resto da aula foi
um saco, nada demais, na hora de ir embora, Justin e eu sumimos, fomos embora
bem rápido. Quando chegamos ao pátio, não tinha quase ninguém, atravessamos a
rua numa boa, saímos correndo que nem duas crianças quando chegamos ao outro
lado até não poder ver a escola mais, paramos de correr, estávamos ofegando e
começamos a rir do nada.
- Me explica por que a gente correu?
- Não, também não faço à mínima ideia.
- E por que a gente riu?
- Também não sei dizer.
- Eu não te entendo, não mesmo –
endireitei o corpo.
- E por acaso eu te entendo? – ele fez
o mesmo e começamos a andar.
- Já que hoje é o dia de revelações e
promessas, me faz uma?
- Uma promessa? Fala.
- É, me promete que sempre vai me amar
e que sempre vai ser sincero comigo?
- Sabia que “Sempre” é um longo tempo?
- Você com seus “nunca” e eu com os
meus “sempre”.
- Ok! – ele riu.
- Mas e aí? Promete?
- Precisava perguntar? Claro que
prometo e você?
- Eu o que?
- Você promete que sempre vai me amar
e que sempre vai ser sincera comigo?
- Claro! Não tenho dúvida nenhuma disso!
- Tem certeza absoluta disso?
- Tenho! Não tenho duvida nenhuma
sobre isso.
- Isso?
- Espertinho.
- Fala...
- Justin Drew Bieber eu te amo e para
sempre vou amar!
- Promete?
- Prometo!
- Agora sim!
- E você? Tem nada para falar não?
- Eu? Não, tenho não.
- Tem certeza?
- Você não vai usar o que eu fiz
contra mim.
- Claro que vou.
- Vai não.
- Vou sim.
- Não vai.
- Sim, vou!
- Ok, venceu.
- Então fala... – ele parou e eu fiz o
mesmo, ficamos frente a frente.
- Lua Houston – ele pegou na minha
cintura –, eu te amo e para sempre vou amar – sua voz era doce, se ele não
estivesse me segurando eu iria cair ali no meio da calçada. – Entendeu agora?
- Entendi – ele me soltou.
- Ah! Só mais uma coisa.
- O que? – ele me roubou um beijo,
mas, para que? – Ou! Beijo roubado? Que isso? – ele riu – Não vale!
- E o que você vai fazer?
- Eu... eu...
- Seja lá o que for, vai ter que me
pegar – ele começou a correr.
- Correr? De novo? Cansa não? – ele
fez um gesto de “Fazer o que?”.
Corri atrás dele, parecíamos duas crianças,
estávamos cansados da última corrida então logo paramos e também estávamos
perto de casa. Foi tudo divertido, uma hora pulei em cima das costas dele que
me carregou durante um pedaço – eu disse que estávamos que nem criança.
Chegamos em casa rindo muito, foi legal, divertido e muito infantil.
- E aí? Nos vemos mais tarde? –
perguntei.
- Acho que não.
- Ain... Por quê? – fiz um biquinho,
ele “veio para cima”, mas eu desviei.
- Minha mãe.
- Aff – revirei os olhos.
- Acho que eu vou sair com a minha mãe
hoje.
- Sério? Então ta né.
- Ei! Fica assim não, à noite a gente
se vê e detalhe que você vai ter que arranjar uma desculpa para os três
mosqueteiros.
- Três mosqueteiros?
- Fui mal?
- Muito.
- Ta, uma desculpa para Luka, Karol e Hayley.
- Eu? Vai me deixar sozinha nessa?
- Vou!
- Obrigada!
- De nada – cruzei os braços. – Você é
melhor nisso do que eu, sabe que consegue, então agora tchau.
- Tchau né!
A gente se abraçou e ele foi para a casa dele. Entrei na minha e Anna,
que por acaso é a minha mãe, já veio fazendo um milhão quatrocentos e cinquenta
e três perguntas para mim. Subi as escadas, calma, sem responder sequer uma
pergunta dela. Entrei no quarto, fechei a porta, fui para o banheiro e tomei um
banho. Saí do banheiro e coloquei alguma roupa, mal terminei de arrumar o meu
cabelo e meu celular toca.
-
Alô?
-
Oi? Lua?
-
Oi Hayley, mas esse número não é da Karol?
-
Eu to aqui!
-
As duas? Só falta o Luka está aí também!
-
Quem, eu?
-
Putz! Vocês não se desgrudam não?
-
Não! – responderam em coro.
-
Era de se imaginar – eu
ria –, mas para que vocês me ligaram?
-
Por que você sumiu na hora da saída? – me parecia a Karol.
-
Não só você, mas o Justin também – agora
o Luka.
-
Que tal vocês virem aqui? To terminando de me arrumar e vocês não estão
deixando
-
Mil desculpas princesa.
-
Princesa é a sua mãe Hayley!
-
Ok! Parei – ela
disse.
-
Mas aí? Vocês vão vir ou não?
-
O Justin vai estar aí?
-
Não Luka.
-
Então estou fora, não estou a fim de aturar papo de menina.
-
É, mas, você ta no meio da Hayley e da Karol então por quê?
-
Ok, você me pegou.
-
Vem Logo!
-
Já estamos indo... tchau – era a Hayley.
-
Tchau ué.
Desliguei.
Terminei de me arrumar e deitei na cama, ouvindo
música enquanto eles não chegavam. Realmente não gostei do Justin ter me
dispensado a tarde, mas, fazer o que?
---------
Na boa, isso é gigante! No orkut parecia tão pouco .q Enfim.
Thaís, tudo bem... quando voltar só mandar aquele comentário caprichado ok? HASUAHSUASHUAS' Espero que tenha uma ótima vontade de ler esses capítulos ENORMES que se atrasar .q
Bom, só... até o próximo capitulo.
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